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TEXTOS EM PROSA

Textos pessoais em prosa, citações de livros, letras de músicas, vídeos especialmente de "dance- music", comentários a certo tipo de imprensa etc.

TEXTOS EM PROSA

Textos pessoais em prosa, citações de livros, letras de músicas, vídeos especialmente de "dance- music", comentários a certo tipo de imprensa etc.

SANTOS DE CASA...

27-04-2006 20:36 
  Португалец

ВОТ ЧТО!



Вот что! Без вести она пропала
не знаю, вновь явится ли она
чтобы сумасбродство волновала,
умирающее внутри меня!

Боже мой!Совершенно вдруг
вот она снова появилась
и немедленно меня вокруг
совсем небо открылось!

 

  Мe4t@      28-07-2006 19:47  
Re: ВОТ ЧТО!
Романтика в каждом твоем слове,в каждой букве.....Да даже не нужно ничего читать,все сразу поймешь.Очень красиво.Спасибо что поднял немного мне настроение.И мужчин-романтиков так мало осталось...=)Удачи тебе.

Tradução do comentário:
Há romantismo em cada palavra tua, em cada letra...E nem mesmo é preciso ler nada, compreenderás tudo imediatamento. Muito bonito.Obrigada por me teres levantado um pouco o estado de espírito. E homens-românticos já restam tão poucos... êxitos para ti.


  Мe4t@      17-08-2006 00:51  
Re[5]: ВОТ ЧТО!
Ты очень милый.Мне очень нравится,как ты обьясняешь=)
То что тебе нужно,вот : Третьяк(о)вский ; Кроп(о)тнитский; Верн(а)дский;Мич(у)ринский.

Tradução do comentário:
Tu és muito querido. Agrada-me muito o modo como explicas. Eis aquilo de que precisas:
Третьяк(о)вский ; Кроп(о)тнитский; Верн(а)дский;Мич(у)ринский.

UM GRANDE JORNAL...

" O Expresso: grandes leitores fazem um grande jornal ", claro que sim!

Fossem grandes os leitores dos jornais desportivos e seriam mais atraídos, para a compra dos mesmos, não pelas fotos de pessoas, por sinal  repetidamente as mesmas,  que aparecem nas suas primeiras páginas, mas sim por instantâneos de acontecimentos desportivos, realizados no dia anterior, abrindo, assim, caminho a um jornalismo objectivo e à criatividade e imaginação dos jornalistas genuínos ... 

INEXISTÊNCIA

Estar vivo não é suficiente para que alguém possa afirmar que existe, e quanto mais esse alguém fugir daqueles que existem tanto mais se afunda na sua inexistência ...

Bertrand Russell, in 'A Conquista da Felicidade'

Pensamento/Reflexão
Dizer Mal dos Outros, Ouvir Falar Mal de Nós

 

Uma das formas mais universais de irracionalidade é a atitude tomada por quase toda a gente em relação às conversas maldizentes. Muito poucas pessoas sabem resistir à tentação de dizer mal dos seus conhecimentos e mesmo, se a ocasião se proporciona, dos seus amigos; no entanto, quando sabem que alguma coisa foi dita em seu desabono, enchem-se de espanto e indignação. Certamente nunca lhes ocorreu ao espírito que da mesma forma que dizem mal de não importa quem, alguém possa dizer mal deles. Esta é uma forma atenuada da atitude que, quando exagerada, conduz à mania da perseguição.

Exigimos de toda a gente o mesmo sentimento de amor e de profundo respeito que sentimos por nós próprios. Nunca nos ocorre que não devemos exigir que os outros pensem melhor de nós do que nós pensamos a respeito deles e não nos ocorre porque aos nossos olhos os méritos são grandes e evidentes ao passo que os dos outros, se na realidade existem, só são reconhecidos com certa benevolência. Quando o leitor ouve dizer que alguém disse qualquer coisa desprimorosa a seu respeito, lembra-se logo das noventa e nove vezes que reprimiu o desejo de exprimir, sobre esse alguém, a crítica que considerava justa e merecida, e esquece-se da centésima vez em que, num momento de desatenção, afirmou a respeito dele o que julgava ser a verdade. Esta é a recompensa, perguntará a si próprio, de toda a minha longa indulgência? O problema, visto do lado oposto, apresenta-se de uma forma diferente: ele nada sabe das noventa e nove vezes em que o leitor se calou, conhece apenas a centésima vez em que falou.

Bertrand Russell, in 'A Conquista da Felicidade'

COISAS E LOISAS



"É preciso parar para mudar de vida, deixar de fazer uma coisa e fazer outra ou fazê-la de outro modo, ou para simplesmente agradecer o  que nos é dado de graça sem que tenhamos sequer pedido."

De graça apenas nos são dadas a contemplação e a vivência do que existe e acontece na natureza: o céu, o mar e terra; a chuva, a neve, o vento, a trvoada e os relâmpagos etc. etc. etc.

Ainda bem que tudo aquilo de que pracisamos para fazer uma vida minimamente condigna tem um preço.

Fico horrorizado só de pansar que, se tudo nos fosse oferecido, eu teria de recusar a oferta de muitos CD, livros e revistas, que se vendem aos milhares, por vezes mesmo às centenas de milhar, porque, por um lado, nunca iria dar-lhes uso, e, por outro, ocupariam o espaço real ou aparentemente sempre escasso.

O Forum Filatélico, afinal, parece que não é lider a criar patrimónios seguros.

Nas sondagens de audiências de rádios, alegadamente, ninguém acredita.

Pelos vistos, lá para os lados da RFM os gatos escaldados da água fria não têm medo.

Que nem tudo o que dizemos corresponde àquilo que somos não é novidade;   
Que muito do que dizemos não corresponde àquilo que somos também não é novidade;
O mesmo não se pode dizer de alguém que tem como missão divulgar publicamente qualidades que nunca são suas e defeitos que sempre tem...

Há quem tenha como norma de comportamento a falta de educação e seja capaz de jurar a pés juntos que a sua já vem do berço... Vem isto a prepósito de um conselho que ouvi à hora do almoço...

Aqui, em Setubal, pelo menos nas principais artérias e durante o dia, há sempre filas de carros, seja em movimento normal, seja parados em frente aos semáforos,  o que não acontece em mais lado nenhum, segundo os pãezinhos sem sal das diversas informações de trânsito.

PARANGONAS



Seria de uma falta de inteligência abismal que os jornalistas dos jornais "A Bola" e "Record " escolhessem, para grandes parangonas de primeira página, assuntos administrativos ou de bastidores, respeitantes ao Benfica e/ou  ao Sporting, em detrimento de apontamentos de jogos em que estes clubes tivessem participado na véspera.
O mesmo critério se aplica nas situações, quase diárias, em que os mesmos redactores enchem a primeira página dos ditos jornais com parangonas sobre assuntos administrativos, de balneário, pessoais etc. , referentes aos dois "grandes de Lisboa", em vez de a encherem com apontamentos de jogos disputados, na véspera, por quaisquer clubes portugueses...Oooooooooooooooh.
Se os leitores são alienados é porque os jornaleiros os alienaram...

LIMITAÇÕES



Deixa-me sombriamente perplexo o facto de muitas das pessoas, que fogem de mim por eu lhes causar enfado, conseguirem conviver harmoniosamente com as suas próprias limitações, comuns, aliás, a grande parte dos portugueses e incomparavelmente mais graves do que a limitação de alguém ser incapaz de não se tornar enfadonho, limitações essas que felizmente me são ou foram alheias:
Analfabetismo e semianalfabetismo
Insucesso escolar
Inaptidão para a matemática
Dificuldade em se exprimirem
Iletracidade
Incapacidade de manter uma conversação numa segunda língua além da materna
Ler pouco
Obesidade
Tabagismo
Alcoolismo
Endividamento excessivo
Incumprimento do Código de Estrada
Não saber trabalhar com o computador...

PÃEZINHOS SEM SAL



Quando será que os pãezinhos sem sal da informação de trânsito da RFM irão descobrir que a palavra fila apenas refere a posição que as pessoas e as coisas ocupam em relação umas às outras, e que só a palavra bicha indica que as pessoas se encontram em pé, atrás umas das outras, diante de um guichet, de uma bilheteira etc., ou sentadas nas suas viaturas, diante de um posto de portagem ou num engarrafamento de trânsito, aguardando a sua vez para ser atendidos, comprar bilhetes, ou seguir viagem? Ooooooooooh ....
Os pãezinhos sem sal só nos dizem que os carros se dispõem em fila a partir de Corroios, pelo que os pãezinhos podiam tornar-se um pouco mais adocicados informando os ouvintes da disposição em que se encontravam os ditos carros até chegarem a Corroios

SABER OLHAR



Saber olhar pressupõe saber escutar. Daí que os locutores Joana Cruz e João Porto repitam vezes sem conta a leitura dos mesmos textos para que os ouvintes possam enxergar, para além das suas palavras frívolas, a verdadeira essência das coisas.
Se multiplicarmos a duração das músicas e a duração da leitura dos textos  pelo número de vezes que são repetidos, somos forçados a aferir a veracidade de que na RFM só grandes músicas e grandes textos também.
Será que os responsáveis por esta rádio consideram os ouvintes uma carneirada tal que nem se apercebe de que lhe pedem para ouvir com atenção leituras de textos já lidos e relidos até à exaustão?
O mais provável é que sejam eles próprios a carneirada porque os ouvintes, esses, porventura nem chegam a notar que não se trata de mais um anúncio publicitário...
 

CARNEIRADA



Actualmente não leio jornais nem vejo telejornais, achando-me minimamente bem informado ouvindo os noticiários das rádios...
Da leitura, porém, das primeiras páginas de jornais expostos em quiosques, chego à triste conclusão de que, na próxima época, a Superliga vai ser disputada por apenas duas equipas: Benfica e Sporting!!!
Qual será a maior carneirada: a dos que editam a primeira página dos jornais "Record" e "A Bola", ou a dos que se deixam levar por este tipo de informação subjectiva?